sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Plataforma de petróleo inclina no RJ, mas não corre risco de afundar

A Petrobras informou na manhã desta sexta-feira que, após registro de problemas, a plataforma SS53, na Bacia de Campos, está estabilizada e não corre o risco de afundar, não especificando o incidente ocorrido.
Segundo informações da assessoria de imprensa da estatal, procedimentos de segurança estão sendo realizados na plataforma.
http://www.paraiba.com.br/static/images/noticias/normal/1335713625088-plataforma-de-petroleo.jpg
O canal de TV GloboNews noticiou, citando o sindicato SindiPetro, que a plataforma registrou o início de um desnivelamento na madrugada desta sexta-feira, sendo que 79 funcionários já deixaram a plataforma, mas que ainda há pessoas no local.
Procurado, o SindiPetro não comentou de imediato a informação.
A empresa Noble do Brasil, proprietária da plataforma, também não comentou o assunto. Segundo informações disponibilizadas no site do Ibama, a SS53 foi construída em 1998, sendo caracterizada como uma embarcação semi-submersível de posicionamento dinâmico para perfuração, completação e intervenção em poços de petróleo.
Nesse tipo de posicionamento não há ligação física da plataforma com o fundo do mar, exceto pelos equipamentos de perfuração.
O problema ocorre em meio a recentes notícias de que a Petrobras poderia enfrentar novas paralisações em suas plataformas de produção na Bacia de Campos caso não resolvesse questões de segurança, conforme noticiado pelo jornal Folha de S.Paulo no domingo.
No início da semana, a Petrobras informou que órgãos de fiscalização haviam auditado diversas plataformas da empresa, apontando não conformidades e pontos de melhoria das condições operacionais, que segundo a estatal, têm recebido adequado tratamento.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Acidentes na construção civil de Alagoas deixam instituições em alerta

Muitas vezes os funcionários trabalham nas alturas, pendurados ou sob toneladas de concreto. E eles não estão livres de acidentes, pelo contrário, estão cada vez mais expostos. O crescimento das obras de infraestrutura e a construção imobiliária elevou o número de acidentes de trabalho em todo o país. Segundo dados do Ministério Público do Trabalho em Alagoas, em 2009 foram formalizadas 44 denúncias de acidentes contra 114 em 2012. Até o início de novembro, 75 acidentes foram registrados, a maioria deles na construção civil.
Para evitar acidentes, operários precisam utilizar Equipamentos de Proteção Individual (Foto: Jonathan Lins/G1)Para evitar acidentes, operários precisam utilizar Equipamentos de Proteção Individual (Foto: Jonathan Lins/G1)
Os acidentes mais comuns que levam à morte na construção civil são: queda, choque elétrico e soterramento. No dia 12 de abril quatro operários sofreram um acidente em uma obra localizada na Ponta Verde, em Maceió. De acordo com informações repassadas pelo Corpo de Bombeiros, pelo menos dois deles não usavam cinto de segurança. Erinaldo da Silva Barbosa, 34, caiu de uma altura de mais de seis metros e não resistiu aos ferimentos. A irmã da vítima, Josefa da Silva Barbosa disse que ele deixou esposa e três filhos e que, em cinco anos na empresa, ele nunca relatou negligência em relação à segurança dos funcionários.
Em outro acidente, no dia 25 de outubro o operário de um prédio em construção no bairro da Jatiúca caiu de uma altura de quatro metros. Funcionários da obra afirmaram que Josivaldo Gomes da Silva, 43, não usava o Equipamento de Proteção Individual (EPI) no momento do ocorrido. Ele teve várias fraturas e sofreu um trauma na coluna.
Operários estavam em um andaime no último andar quando ocorreu o desabamento. (Foto: Jonathan Lins/G1)Acidente em obra de prédio na Ponta Verde deixou
um morto e três trabalhadores feridos em abril.
(Foto: Jonathan Lins/G1)
Cinco dias após esse acidente, um operário morreu enquanto trabalhava na execução da obra do Canal do Sertão no município de Inhapi, Sertão alagoano. O mecânico Jailton da Silva Conceição, 44, teve o corpo esmagado por uma pedra.
Infelizmente casos como esses estão se tornando cada vez mais comuns em Alagoas. Segundo o procurador do Trabalho, Rodrigo Alencar, a falta ou o não uso dos EPIs é apenas um dos fatores para as causas dos acidentes na construção civil. Ele diz que a falta de organização é o principal fator de risco na empresa.

“Para que a obra seja entregue no tempo hábil, os trabalhadores são submetidos à extensa jornada de trabalho. Em sua maioria, recebem incentivo por produção, por exemplo, ganham dinheiro por fora para cada apartamento entregue”, frisa Alencar.
Ainda segundo o procurador, as grandes construtoras não costumam trabalhar com informais, mas elas repassam os trabalhos para as empresas menores que, por sua vez, subcontratam outras empresas para tocar partes das obras. “Na construção, 80% da mão de obra é terceirizada, ou seja, a maioria se torna informal. É uma forma de burlar a lei”, expõe.
Quem sofre com o progresso é o trabalhador, que paga com a própria vida"
Rodrigo Alencar, procurador do Trabalho
O Código Civil, em seu artigo 927, determina que o empregador indenize a vítima - ou os dependentes dela - em caso de acidente de trabalho, independentemente da culpa no ocorrido.

“Nos últimos cinco anos os casos de acidente subiram e a empresa é responsável por qualquer dano que o trabalhador sofra. Nós trabalhamos com denúncias e contamos também com a empresa que tem a obrigação de informar os acidentes de trabalho. Quem sofre com o progresso é o trabalhador, que paga com a própria vida”, afirma Alencar.
Empresas buscam qualificação
Contrapondo a argumentação do procurador do Trabalho, o vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) Paulo Magueira, assegura que as empresas formais têm investido em equipes de Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (Sesmt). Segundo Magueira, investir em segurança é mais barato que arcar com as consequências de um acidente. “O sindicato está sempre reunido com as construtoras, fazemos palestras para mostrar como é importante a preocupação com a medicina no trabalho. Se uma empresa for pequena, ela não consegue sobreviver a um acidente, que geralmente é caríssimo”, afirma.
Segundo Magueira, os acidentes crescem proporcionalmente com o número de construções e empreendimentos. “Precisamos entender que a demanda da construção civil aumentou e, consequentemente, o número de acidentes. Então, se levarmos em consideração esse aumento, entendemos que os acidentes não aumentaram”, diz.
Rede de proteção é um dos equipamentos de proteção coletiva  (Foto: Jonathan Lins/G1)Rede é um dos equipamentos de proteção coletiva (Foto: Jonathan Lins/G1)
Fiscalização em Alagoas
De acordo com o superintendente do Trabalho e Emprego em Alagoas, Israel Lessa, mesmo com todo o esforço dos auditores para fiscalizar as inúmeras obras no Estado, o número de fiscais é insuficiente. Segundo ele, para atender todo estado, seria necessário pelo menos o dobro de funcionários.
“Hoje temos 40 auditores fiscais que ficam subdivididos em grupos e cada grupo fiscaliza um ponto diferente. Mas tentamos fiscalizar pelo menos uma vez por mês cada obra. Nos últimos anos, cresceu o número de construções e número de fiscais não acompanharam esse crescimento”, diz Lessa.
Ainda de acordo com Lessa, em 2010, com o aumento do incentivo do governo federal no programa “Minha Casa Minha Vida”, para a construção de casas populares, muitos empresários fazem qualquer negócio para atender a demanda. “Existem os bons e os maus empresários, como em toda profissão, mas já encontramos muitas empresas que não fornecem os EPIs ou o próprio trabalhador que não tem o hábito de usar porque não tem informação para isso”, diz.
O que fazer em caso de acidente
Como ninguém está livre de acidentes, principalmente, na construção civil, prevenir é a melhor solução. Mas se mesmo assim o trabalhador sofrer algum dano, o gerente da agência do INSS em Maceió, Marcelo Barbosa Lima, recomenda procurar ajuda junto ao Instituto.

“Por lei a empresa tem obrigação de arcar com as despesas médicas durante 15 dias, depois disso, o INSS paga. A empresa também é obrigada a fazer a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) informando qualquer tipo de acidente. Caso ela não faça, o próprio trabalhador pode procurar o sindicato e fazer pela internet”, afirma.
Caso ocorra o acidente e o trabalhador venha a falecer, os dependentes têm direito à pensão. Se tiver esposa, a pensão é vitalícia, caso tenha filhos, eles recebem até 21 anos. “No último dia do mês de fevereiro, as empresas são obrigadas a entregar um relatório com todos os casos de acidentes de trabalho”, diz.
MInistério Público do Trabalho em Alagoas diz que número de acidentes na construção aumentou (Foto: Jonathan Lins/G1)MInistério Público do Trabalho em Alagoas diz que trabalhadores estão expostos aos riscos. (Foto: Jonathan Lins/G1)
Se o trabalhador sofrer um acidente e ficar afastado, após o seu retorno à empresa, ele tem um ano de estabilidade. Em caso de dúvida, o INSS recomenda ligar para o call center pelo telefone 135 ou acessar o site da Previdência .
Projeto de Lei
De acordo com o vice presidente do Sinduscon, Paulo Magueira, a categoria já encaminhou um Projeto de Lei para a Câmera de Vereadores de Maceió para transferir a responsabilidade da ligação de energia em canteiros de obra para a companhia energética. Isso evitaria as “gambiarras”, que já é um grande fator de risco.
“O projeto já está sendo discutido na Câmara. Isso acabaria com as ligações improvisadas e, consequentemente, reduziria os constantes acidentes de trabalho que são registrados nos canteiros de obra”, reforça Magueira.
Fonte: http://g1.globo.com/al/alagoas/noticia/2013/11/acidentes-na-construcao-civil-de-alagoas-deixam-instituicoes-em-alerta.html

Acidentes na construção civil deixaram pelo menos 23 mortos em SP nos últimos cinco anos

Alvaro Magalhães, do R7
Acidente deixou dois mortos no ItaquerãoGazeta Press
Acidentes de trabalho no setor da construção civil provocaram ao menos 23 mortes e 132 lesões graves, nos últimos cinco anos, na cidade de São Paulo, segundo dados da Covisa (Coordenação de Vigilância em Saúde), órgão ligado à Secretaria Municipal da Saúde.
São casos como o do operário Wilson Alves Barbosa, 29 anos, morto no ano passado quando revestia uma rampa nas obras do Shopping Tucuruvi. Ou como o de Raimundo Maria de Almeida, 49, que morreu em 2009 ao ser atingido por uma estrutura metálica nas obras da estação Vila Prudente do Metrô.
Os números foram tabulados pela reportagem por meio do Tabnet, sistema desenvolvido pelo Ministério da Saúde e utilizado pela Prefeitura de São Paulo.
Segundo o levantamento, o setor da construção civil é o maior responsável, em números absolutos, por mortes no trabalho na capital, no período. Os dados - de 1º de janeiro de 2009 a 9 de outubro deste ano - não incluem as duas vítimas do Itaquerão.
Na quarta-feira (27), o operador Fábio Luiz Pereira, 42 anos, e o montador Ronaldo Oliveira dos Santos, 44, morreram devido ao desabamento de um guindaste no futuro estádio do Corinthians.  
Perfurações
As atividades de Pereira e Santos não eram as mais perigosas do ramo. Números do Ministério da Previdência Social, de 2010, referentes ao Estado de São Paulo, mostram que os operários da construção civil que mais correm risco são os que trabalham com perfurações, seguidos pelos que atuam nas edificações de redes de água e esgoto.
Os dados da Previdência – que englobam um número maior de casos que os da prefeitura – mostram ainda que a capital paulista é a campeã, em números absolutos, de mortes por acidentes de trabalho. Em 2010, foram registrados 128 óbitos em São Paulo, ante 51 casos no Rio de Janeiro e 31 casos em Brasília e em Goiânia.
Considerando mortos, feridos graves e feridos leves nos dados da prefeitura de São Paulo, a construção civil registrou 4.975 acidentes em cinco anos - número inferior a outros três setores: comércio (que engloba conserto de veículos, com 11.517 casos), indústria de transformação (que engloba fábricas de alimentos, com 10.960 casos) e atividade imobiliária (que engloba corretagem de imóveis, com 9.659 casos).
O Ministério Público do Trabalho afirma que, para evitar mortes como a dos trabalhadores do Itaquerão, criou o Programa Nacional de Acompanhamento de Obras na Construção Civil Pesada, que inclui inspeções em obras do PAC e da Copa do Mundo.  

Fonte: http://noticias.r7.com/sao-paulo/acidentes-na-construcao-civil-deixaram-pelo-menos-23-mortos-em-sp-nos-ultimos-cinco-anosnbsp-28112013

Seu celular pode ajudar a "curar o câncer" enquanto você dorme


Você comprou um smartphone superpoderoso recentemente e, com algum tempo de uso, percebeu que a capacidade dele excede a sua necessidade diária? Saiba que é possível doar esse poder sobressalente para uma boa causa: as pesquisas para buscar a cura de doenças como o câncer e o mal de Alzheimer. Isso pode ser feito a partir de um app chamado Power Sleep, que usa o hardware do seu dispositivo enquanto você está dormindo.
O que a ferramenta realmente faz é tornar seu dispositivo parte de um supercomputador colaborativo. Ele conecta seu smartphone à rede da Universidade de Viena, na Áustria, que envia dados para seu Android esperando que ele possa calcular resultados de simulações feitas por pesquisadores.
Com isso, cada aparelho da rede faz uma parte do trabalho que seria pesado demais para os computadores da universidade, economizando assim o dinheiro para compra de um supercomputador propriamente dito para o campus da instituição.

Ele também acorda você

Além de servir para uma boa causa, o Power Sleep é também um despertador. Assim, você consegue determinar um horário para que ele trabalhe nas pesquisas de cura para o câncer, por exemplo, e, quando chegar a hora de acordar, ele deve despertar você e interromper a conexão com a universidade europeia.
De acordo com os desenvolvedores, o app só usa o poder de processamento do seu smartphone, sem acessar qualquer dado seu armazenado no aparelho. Fora isso, os procedimentos são realizados apenas quando você não precisa do smartphone, que deve ficar plugado na tomada e com o WiFi ligado para não gastar seu plano de dados ou carga da bateria.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Aparelho criado para deficientes visuais é capaz de ler livros em voz alta

As pessoas que possuem algum tipo de deficiência visual poderão encontrar em um futuro não tão distante um equipamento capaz de permitir a leitura de livros sem braile.
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Desenvolvido pelo Fluid Interfaces Group, no laboratório do MIT, o FingerReader pode ser classificado como um tipo de anel capaz de ler e repetir através de um áudio as palavras de um livro qualquer. Certamente, um grande avanço quando comparado ao sistema braile, popularmente utilizado entre pessoas com deficiência visual.
Uma pequena câmera acoplada na superfície do anel lê as folhas de um livro (ou mesmo de um tablet) e as narra sequencialmente em voz alta para o usuário. Com a ajuda do dedo indicador, o equipamento consegue identificar as linhas e ajuda a pessoa a não se perder em meio às informações do texto. Caso o usuário ultrapasse as linhas ou invada espaços desnecessários, o anel vibrará de leve para que ele volte ao posicionamento anterior.
A vibração também ocorre quando o fim das linhas está próximo, para que as pessoas já se preparem para colocar o dedo na linha de baixo. Pelo vídeo, é permitido ver como o sistema lê e repete as palavras, já observando as próximas letras para criar uma continuidade na leitura. O aparelho está em fases de testes, porém já é possível perceber como será tal equipamento quando estiver finalizado. Possivelmente, compatibilidade com fones de ouvido e outros idiomas serão implementados no futuro.
Fonte: http://www.tecmundo.com.br/conceito/51554-aparelho-criado-para-deficientes-visuais-e-capaz-de-ler-livros-em-voz-alta.htm

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Adolescente de 12 anos usa LEGO para criar impressora Braile

Um garoto de apenas 12 anos está mostrando ao mundo que não existe idade certa para serem iniciados os estudos sobre tecnologia. Shubham Banerjee vive em Santa Clara (nos Estados Unidos) e acabou de criar uma impressora Braile com peças de LEGO Mindstorms, sendo que ela possui funcionalidades completamente aplicáveis à realidade.



Shubham Banerjee gastou US$ 350, menos de 20% do que seria gasto por uma impressora comum, que gira em torno dos US$ 2 mil. Além das peças de LEGO Mindstorms, também há algumas outras adicionais, como é o caso do rolo de papel de calculadoras. Com os braços robóticos, a impressora é capaz de mover os módulos responsáveis pela perfuração do papel, podendo criar cartas completas em menos de 10 segundos.
Banerjee acredita que seu projeto pode ajudar pessoas a criarem suas próprias impressoras Braile, principalmente em países que estão em desenvolvimento e que precisam de soluções mais baratas do que as disponíveis no mercado atualmente. Ele afirma também que, como as peças são muito simples, a manutenção dos equipamentos deve ser muito mais barata do que a de qualquer outra impressora.
Vale dizer que ele criou o projeto para apresentá-lo em uma feira de ciências de sua escola — ele cursa a sétima série do ensino fundamental —, mas percebeu que suas experiências poderiam ser compartilhadas e levadas adiante para ajudar as pessoas. Segundo o GigaOm, ele agora planeja disponibilizar o código de programação necessário para fazer com que qualquer pessoa consiga alterar o software para melhorá-lo de acordo com suas necessidades.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Físicos constroem primeiro canhão de antimatéria. E está pronto para atirar.

Físicos constroem primeiro canhão de antimatéria. E está pronto para atirar
A antimatéria nunca foi observada no Universo, permanecendo um grande mistério para os pesquisadores. O modelo cosmológico do Big Bang estabelece que foram criadas quantidades iguais de matéria e antimatéria.
Físicos do CERN, Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, instituição que comanda o famoso LHC, construíram o primeiro canhão que reproduz um feixe de antimatéria. E ele já está disparando.
O disparo de átomos de anti-hidrogênio, ou antiátomos de hidrogênio, foi feito pela equipe ASACUSA, Espectroscopia Atômica e Colisões Usando Antiprótons Lentos, sigla em inglês.
O canhão produziu um pequeno feixe de antimatéria. A equipe detectou 80 átomos de anti-hidrogênio a 2,7 metros do local de sua produção e disparo, distância com pouca influência de campos magnéticos utilizados para produzir estes antiátomos.
A maior dificuldade dos pesquisadores é fazer com que matéria e antimatéria não se encontram, já que ambas se aniquilam imediatamente quando se encontram, liberando raios gama.
Como próximo passo, segundo os pesquisadores, será aumentar a intensidade do canhão, tornando-o mais potente, para a melhor compreensão do estado quântico da antimatéria.
Fonte: http://www.engenhariae.com.br/curiosidades/fisicos-constroem-primeiro-canhao-de-antimateria-e-esta-pronto-para-atirar1/

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Rodas transformam bicicletas comuns em elétrica

Rodas transformam bicicletas comuns em elétrica
A roda Copenhagen Wheel, tecnologia desenvolvida pelo MIT após 7 anos, é uma roda que transforma uma bicicleta simples em uma elétrica e, para isso, basta fazer a troca da roda traseira. A bateria pode ser recarregada em tomadas domésticas e até pedalando
De acordo com informações do site superpedestrian, da empresa que comercializa o produto, a roda custa algo em torno de US$ 799 (cerca de R$ 1.900). Além disso, é possível conectá-lo a smartphones e enviar ao usuário informações como nível da carga da bateria, potência do motor e até quanto de monóxido de carbono o ciclista está deixando de emitir.
Rodas transformam bicicletas comuns em elétrica1
O equipamento inclui motor elétrico de 350W (UE) e 250W (EUA), algo em torno de 0,4 CV de potência, e uma bateria de íons de lítio de 48V. Com a bateria cheia, é possível andar cerca de 50 quilômetros e demora 4 horas para recarregar em tomadas comuns. Outras formas de recarrega são por meio do freio regenerativo, que transforma a força de frenagem em eletricidade, ou, simplesmente, pedalando.
Porém, a Copenhagen Wheel só está disponível para bicicletas de aro 26. Outro limitador é que o câmbio da bike que não pode ter mais de dez marchas.
Assista ao vídeo da bicicleta em ação clicando aqui
Fonte: http://www.engenhariae.com.br/tecnologia/rodas-transformam-bicicletas-comuns-em-eletrica1/

Experimento mostra que pensamentos positivos ou negativos de fato influenciam na nossa vida

Experimento mostra que pensamentos positivos ou negativos de fato influenciam na nossa vida
Já pensou como seus pensamentos – sejam positivos ou negativos – interferem fisicamente o ambiente em que você vive? Em um experimento realizado por um pesquisador e cientista japonês, Masaru Emoto, quis provar o poder da mente humana e fez uns experimentos que não deixam dúvidas.
Em um experimento feito com arroz, Emoto colocou três porções de arroz cozido em frascos de vidro separados. Em um deles, o cientista escreveu “Obrigado, Eu te Amo”, em outro “Eu Te Odeio, Seu Idiota”, e o terceiro foi totalmente ignorado. O experimento durou 30 dias, e o pesquisador pediu que seus alunos gritassem pra cada um dos frascos o que estava escrito neles.
No final desses 30 dias, o arroz do frasco com o pensamento positivo tinha começado a fermentar, largando um aroma agradável; o segundo estava praticamente todo preto; e o frasco ignorado era um acúmulo de bolor, caminhando pra decomposição.
Experimento mostra que pensamentos positivos ou negativos de fato influenciam na nossa vida1
Experimento mostra que pensamentos positivos ou negativos de fato influenciam na nossa vida2
Fonte: http://www.engenhariae.com.br/curiosidades/experimento-mostra-que-pensamentos-positivos-ou-negativos/

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Novo acessório criado por oftalmologista brasileiro pode prevenir doença


Novo acessório criado por oftalmologista brasileiro pode prevenir doença

O oftalmologista brasileiro Francisco Irochima desenvolveu um aplicativo e acessório para iPhone que permitem diagnosticar a ceratocone, uma doença silenciosa que pode até provocar cegueira em sua fase mais avançada.
Para desenvolver essa nova ferramenta de prevenção batizada de Topograph Smart System, Irochima dedicou-se durante um ano para testes e pesquisas. O acessório promete ser um método simples, econômico e eficaz para substituir o Topógrafo de Córnea, instrumento – pesado e caro – essencial para os médicos oftalmologistas detectarem a doença precocemente.

Novo acessório criado por oftalmologista brasileiro pode prevenir doença 

O aplicativo é autoexplicativo e pode ser utilizado por qualquer profissional para mapear diversas regiões do olho. Esse novo recurso vai facilitar a vida de pessoas que vivem longe das grandes cidades, já que a análise pode ser feita com um aparelho de baixo custo e em qualquer lugar.
Além da análise ocular completa, a ferramenta ainda permite ao médico tocar na córnea virtual do aplicativo para detectar – pelo sensor de calor – onde está a possível ameaça. É nessas horas que temos que agradecer ao rápido desenvolvimento tecnológico e às mentes brilhantes como a do oftalmologista brasileiro.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Google quer 100% de energia renováveis em suas instalações

google
O Google continua a sua estratégia de ter, a médio prazo, 100% de toda a sua energia fornecida por fontes renováveis. O último capítulo nesta novela  foi um acordo recente com a empresa eólica sueca Eolus Vind, que fornecerá energia de 29 turbinas localizadas no sul da Suécia, num total de 59 megawatts nos próximos dez anos.
As estações  estão localizadas em locais diferentes, para diminuir os riscos de quebra no fornecimento de eletricidade, e serão ativadas em 2015.
No final do ano passado, explica o Business Week, o Google anunciou um investimento de R$ 180 milhões numa estação eólica de 182 megawatts no Texas, Estado Unidos, que deverá vir a funcionar no final do ano. Toda a energia gerada aqui será utilizada pelo gigante da tecnologia de informação.
Estamos sempre à procura de formas de aumentar a quantidade de energia renovável que usamos”, explicou o diretor-geral de infra-estruturas do Google, François Sterin, que nos últimos anos tem passado muito do seu tempo pesquisando sobre o tema renováveis.
O Google já gastou mais de R$ 2,4 bilhões em investimentos na energia eólica e solar, num total de 2 gigawatts gerados – o suficiente para eletrificar 500 mil casas norte-americanas durante um ano.
Em Agosto, 33% da energia utilizada pelo Google vinha de fontes renováveis, mas a gigante norte-americana ainda não tem uma data para o final deste projeto sustentável.
Show, não é? Deixe-nos a sua opinião aqui nos comentários.
Fonte: http://www.engenhariae.com.br/meio-ambiente/google-quer-100-de-energia-renovaveis-em-suas-instalacoes/